quarta-feira, dezembro 29, 2010

O exemplo de Manuel Ferreira

A crise leva à mudança, sendo campo de novas oportunidades.
Mudar é estar num estado de instabilidade que muitos não arriscam, e todos evitam desde que estejam de barriga aconchegada. No entanto mudar é bom, nem que seja para pior.
Aqui, o nosso amigo Manuel Ferreira é um exemplo de quem não se resigna com a sua situação. Se os tempos vão maus, como afirma, há que diversificar os negócios e os ofícios na busca de novas oportunidades.

segunda-feira, dezembro 27, 2010

A obsolescência programada

Vejam como são gastos os dinheiros públicos deste país, isto é, em combustíveis, soldados, viaturas, advogados, processo em tribunal, etc.
O resto já sabemos.

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Boas Festas

O passado dá-nos a Identidade. O futuro é construído na Excelência. Boas Festas para os Clientes e Amigos da tasca do Manel. video

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Cavacadas

Até 25 de Abril de 1974, com mais de trinta anos, não teve necessidade de condenar a ditadura, caso bem diferente de Sá Carneiro de cujo governo saiu às primeiras dificuldades. Foi o único primeiro-ministro da democracia em que um ministro do seu governo censurou um livro, cujo autor acabou por receber o prémio Nobel da literatura. Raramente tinha dúvidas e quase não se enganava. Dizia-se um timoneiro. Promoveu o regabofe dos caciquismos locais, os homens das rotundas e outros megalómanos que por aí abundam. Sacrificou a agricultura por dinheiro, condenando-a à inexistência. Está mais preocupado do o seu umbigo do que com os problemas do País. Tem dado mais prejuízos à imagem do País do que a SLN às suas economias.

O fedor contínuo

Sente-se o cheiro a mau hálito se ele fala e quando dele se fala. Mas o fedor é geral, ainda maior quando ninguém quer ouvir os que pregam no deserto, onde os arautos de narinas contaminadas só correm com trombetas compradas por quem lhes paga. Passamos pelas coisas sem as ver, gastos pelas não notícias. Se alguém grita na rua ninguém ouve, e dizemos para nós deixem-no gritar.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Mais um convento para o Couto

“Será que eles vão fazer aqui o convento? Já não sei. Quanto mais falatório menos verdade, até parece que foge para a mentira, e será uma pena não termos aqui a obra. Já não sei, já não sei se será bom para nós aqui. Claro que será bom! Virão os mestres construtores, virão muitos trabalhadores e será necessário construir muitas casas. E Comida! Sim e comida, muita comida, vai ser preciso arranjar muita comida, até as areias serão semeadas. Areias??! Areia estreme semeada!? A areia estreme é fria quando chove e arde ao sol, como é que tu semeias a areia estreme sem bosta para lhe misturar? Onde, se até a bosta da Quinta de Foja e do largo do Santuário, os Crúzios a vendem toda e é só para alguns? Depois. Depois vem o vento rente ao chão e lança areia contra as colheitas cortando os rebentos das searas. A areia estreme não dá nada sem ter com o que misturar, sem a gordura da moínha.”
Disse um amigo meu que os nossos autarcas teriam que contratar ilusionistas para mostrar a obra a fazer.
Eu não penso assim, pois tal não será necessário, pois eles já o são, e de grande arte (clicar) e competência.
Dos muitos números circenses já experimentados, mais um entre outros temos o espectaculáculo de nome Cobai (clicar) , que já foi destino da cultura maior do concelho em espectáculos antigos, passando por tanta coisa, que um dia destes será mais um convento (clicar) a inaugurar, dadas as necessidades terrenas dos muitos frades do Couto.
O projecto tinha sido apresentado em Março de 2009, já lá vão quase dois anos. Com pompa, aliás! Na ocasião, o então “patrão” do Concelho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC/CCIC), Almeida Henriques e o presidente da Câmara de Cantanhede, João Moura, davam a conhecer os contornos do protocolo de colaboração entre estas duas entidades, no âmbito do qual a autarquia cedeu ao CEC o edifício da antiga fábrica Cobai, na zona industrial de Cantanhede. Este antigo edifício (que mais parece um castelo), iria ser transformado para passar a ser o “quartel-general” do CEC e para acolher a instalação do novo Centro de Formação e Inovação Empresarial de Cantanhede, além de um conjunto de entidades e serviços que, disse na ocasião o então presidente do CEC, Almeida Henriques, «contribuirão para o reforço da dinamização da estrutura socioeconómica e fixação de pessoas», no concelho de Cantanhede.
Para ler mais clicar aqui.

quinta-feira, dezembro 16, 2010

O problema

"O problema não é salvar Portugal, mas salvar-nos de Portugal" [Jorge de Sena]

quarta-feira, dezembro 15, 2010

terça-feira, dezembro 14, 2010

Tempo de construção

Depois deste tempo frio, retomei a actividade na construção sem ter qualquer cronograma a seguir.
Trabalha-se pelo prazer de ver a coisa a nascer.

Fim de Outono na Gândara

Ainda temos na Gândara pedaços destes que nos mostram que a Economia é uma outra coisa bem diferente daquela que andam por aí a ensinar e apregoar.
Nesta particular Gândara há trabalho. Daí a Qualidade do exposto.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Ti António Taboeira

Ti António Taboeira foi moleiro e agricultor. Praticava o seu acordeon usando como metronomo a andadeira do seu moinho.

Coisa que acontecem

CASO BPN: ESCÂNDALO E IMPUNIDADE A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal!!! O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza. Com os não sei quantos MILHÕES DE EUROS poderíamos: Comprar uns tantos aviões Airbus.
Comprar vários plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid e o nosso campeonato não seria a tristeza que é.
Construir umas quantas linhas TGV de Lisboa a Gaia, passando pelas Caldas.
Construir outras tantas pontes para travessia do Tejo sem portagens, por enquanto.
Construir outros tantos aeroportos como o de Alcochete e arredores, evitando que os cidadãos levem com as peças de avião em cima dos popós.
Para transportar os não sei quantos MILHÕES DE EUROS seria necessário várias frotas de milhares de carrinhas de transporte de valores! Vejam o que se tem poupado em viaturas.
Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.
Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971 €!!! Uma bagatela que os Tugas iriam gastar em coisa supérfluas, pois são uns consumistas.
Então e os senhores Dias Loureiro e os Arlindos de Carvalho onde andam?!
Estão bem e recomendam-se.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

segunda-feira, dezembro 06, 2010

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Que alívio!

Sinto-me aliviado, mesmo muito aliviado, em saber que a organização dos mundiais de pontapé na bola foram para bem longe daqui.
Temos tanta coisa simples e interessante a fazer, para que nos serviria mais uma coisa em grande que só serviria para levantar o ego parolo do Tuga.