sexta-feira, outubro 27, 2006

Água dura em pedra mole ... (3)

Ti Manel Gandarez desloca-se às urgências.

8 comentários:

Cristina disse...

oh, coitado!

bom fim de semana

Teresa Durães disse...

aqui em terras montijenses estamos iguais mas...

na minha opinião, confesso, entre o mau hospital que temos e ter um SAP como deve ser (que não sei se será a ideia), levando de ambulância para o barreiro quem tenha de ir, penso que é suficiente. Estes hospitais pequenos são uma farsa. São maus, não têm condições e acabam por levar os casos complicados para os grandes hospitais.

assim, o melhor é mesmo acabar com eles. E eu sou uma ex-lisboeta. habituada a SAP. por acaso nem entendo estas grandes polémicas. para a dor de garganta, hospital??

boa tarde!

Teresa Durães disse...

(o blog do CHIP é do meu filho de 14 anos, o Voando por Aí é meu :)))

Camisa Azul disse...

Eu por mim estou disposto a lutar pelas urgências.

observador disse...

E eu dou toda a razão à Teresa Durães.
Será que com tanta obra de remodelação e ampliação (com os respectivos milhões) não criem um SAP?
Não sou médico, mas um SAP deve ser melhor do que as urgências que tínhamos!

Manel disse...

Por mim chamem-lhe até de assobio em vez de urgências.
Eu que me chamo de Manel e sou gandarez, não quero é que por falta de um mata moscas me mandem para a Caldas da Rainha para a colocação de uma prótese.

Manel disse...

In Asbeiras: http://www.asbeiras.pt/?area=regiaocentro&numero=35504&ed=14112006

A administração do hospital (de Cantanhede) entende que o seu serviço de urgência reúne condições para prestar cuidados de Saúde de qualidade, com acesso mais rápido e eficaz. "O que se defende não é uma urgência/emergência, mas sim uma estrutura intermédia que possa responder em tempo útil, de forma eficaz a situações agudas de menor gravidade, que aproxime a saúde dos cidadãos, desanuviando as grandes urgências e combatendo o absentismo laboral", refere o documento.

Manel disse...

in Diário de Coimbra: http://www.diariocoimbra.pt/13859.htm

Por isso o cirurgião não tem dúvidas que o serviço não vai encerrar, «chame-se urgência ou outra coisa qualquer», afirmando aos parlamentares que não defende para o hospital uma urgência/emergência, mas sim uma estrutura intermédia «que possa responder em tempo útil, de forma eficaz a situações agudas de menor gravidade, que aproxime os cidadãos, desanuviando as grandes urgências e combatendo o absentismo laboral».