quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Não ao não

Tive a oportunidade de ouvir a parte final do debate na TSF, e graças a esta coisa da Internet apanhei o LINK. Basta clicar para ouvir. Ouvir do senhor professor doutor João César da Neves qualquer coisa como: “uma mulher violada não deve ser obrigada a educar aquele filho. Mas matar (abortar) aquela criança só porque a sua origem não é a desejada não é uma coisa aceitável. A adopção é a solução razoável”. É para mim inatingível o que se passa na cabeça desta douta criatura. E sabemos nós que as adopções de uma criança ariana são garantidas!

4 comentários:

Cristina disse...

ora bem, 3 castigos em 1
violação, gravidez e entrega do filho...muito bem..

será que o Sr Nesves foi encornado por alguém?? só pode, para detestar assim as mulheres.. :)

Manel disse...

Cristina,
Neste sr. Neves há qualquer coisa errada que não está certa na sua relação com as mulheres e com o deus dele.
É um escriva de serviço de raciocínios enrolados em premissas de partida que só ele vê . Para ele as mulheres devem ser a personificação do demo, ou então traumas mais mundanos e terrenos.
Não consigo abranger o que esta criatura abrange na sua mente, pois a existir um deus, seria obrigatóriamente uma deusa

Arsénio disse...

As forças da direita, com a Igreja à frente (vitaminada por uns tantos milhões postos à disposição), dizem bem como querem este Portugalito: salazarento, pobre, supersticioso, atrasado, cheio de pedintes às portas dos seus templos, todos tementes a deus. Quando varreremos esta corja para o seio do Atlântico? Dão cabo do país que é nosso e que eles querem sempre na desgraça! Olhem, vou ouvir de novo o Rui Veloso cantar: nem deus tem o poder de decidir quem vai ser feliz! Cada pessoa, sim, digo eu!

Manel disse...

caro Arsénio,
Parece que o ser humano tem medo de ser livre. Ele quer um pai no céu.Ele precisa de ter um pai no céu, como um Deus, para tomar conta dele. Parece ser uma fixação no pai.
É que as aigrejas não são símbolos de liberdade, são símbolos da escravatura da cegueira humana que parece ser ilimitada, onde até pessoas itiligentes cegam.
É o que temos!