
«Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]
domingo, julho 30, 2006
quinta-feira, julho 27, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
Vai tudo a banhos prá Praia da Tocha

De facto, não há emenda.
Mas aos Domingos há muita chicha ao sol e muitos automóveis .
segunda-feira, julho 24, 2006
E o Céu aqui tão perto

domingo, julho 23, 2006
sexta-feira, julho 21, 2006
quinta-feira, julho 20, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
domingo, julho 16, 2006
sábado, julho 15, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
O Oásis de 2001


Um oásis tem como referencia um deserto como envolvente!
E, na verdade, existe um deserto envolvente aos Olhos da Fervença, e, isto vem na sequência do título "Um oásis nos Olhos da Fervença" in Independente de Cantanhede de 06 de Fevereiro de 2001.
Uma obra, que, ao ser pensada e executada, vem no sentido de alterar fluxos turísticos, com os impactos que daí advém no sentido económico, com novas oportunidades de negócio em novas localizações; vantagens e desvantagens daí resultantes. Lembro o pensar nos impactos negativos nos habitantes das redondezas, e desde já o pensar e planear nas acções preventivas. O aproveitamento no sentido de usufruir um bem que é de todos, deve ser pensado e ponderado no sentido da não degradação, e em especial da não hipoteca da herança que fatalmente vamos deixar. Uma utilização de banalização será decadente, trazendo o mau gosto e a não qualidade da utilização excessiva e indiscriminada do recurso, meio, espaço e tempo.
Penso que não será o caso da piscina fluvial dos Olhos da Fervença, tal qual o andamento das coisas me têm dado a mostrar, onde as vantagens por certo pesarão mais que as desvantagens, devendo estas, serem minimizadas antes de se fazerem notar.
Mas voltando ao oásis e ao seu, inevitável, associado deserto: o deserto existe, e na verdade, só mesmo o oásis ilude a paisagem. Existe na falta da definição clara do que se pretende para o bem precioso que ali brota. Que planos e estudos se elaboraram ou se estão a elaborar para saber na realidade de onde e como ali brota toda aquela água. E se tudo isso já foi feito, eu não sei se foi, que planos e acções de monitorização para a preservação foram ou estão a ser implementados, no sentido da preservação e manutenção daquele fluxo, quer na qualidade, quer na quantidade, na nascente e na distribuição domiciliária? E mais pergunto, qual o custo de bombear um litro de água? Conheço aquele local desde menino, e tenho acompanhado com algum interesse (pois o local faz parte da minha infância), todo o aumento de capacidade de bombagem instalada ao longo destes últimos trinta e tal anos, dado que numa das minhas últimas visitas ao local em pleno Inverno, pelo ruído das bombas , deduzi que o caudal que estava a ser bombeado era efectivamente muito elevado. Pergunto assim , quantos metros cúbicos por hora estão calculados, ou estimados , para perdas? E quanto custam estas perdas que se reflectem nas facturas dos consumidores, na factura energética, equipamento e instalações , sua manutenção, custos directos e indirectos de funcionamento e exploração, além da diminuição do caudal que antigamente alimentava muitos moinhos e agora irá alimentar a praia fluvial? Que plano de acções foi elaborado, ou se pensa elaborar, ou como está, ou se está, a ser executado (se é que existe), para a diminuição dessas perdas? Ou será que esses custos já estão bem calculados e têm um valor que não merece todo este tratamento e preocupação? Ou então, todas as acções já estão em marcha, e eu não tenho conhecimento delas (e se calhar até nem tenho que ter na forma de pensar e actuar de alguns), e tudo o que escrevi não passa de um equivoco, ou então o título oásis nas Olhos da Fervença está muito bem aplicado, pois se houver vida e saúde, vou passar, por certo, uns bons momentos nos Olhos da Fervença, enquanto a mãe natureza for aguentando o deserto que é aplicado na sua gestão.
Manuel Ribeiro
segunda-feira, julho 10, 2006
O Titanic do Pacheco

Consta que Pacheco Pereira se recusou a ver os jogos do mundial 2006. Reconheço que o Titanic do Pacheco, não é mais que o somatório de vários e pequenos Titanics. Recordo a forma festiva da gestão de Santana Lopes na Câmara da Figueira da Foz, tão colocada na moda pelo publicidade televisiva protagonizada por um jogador de futebol que agora ninguém se lembra, e a moda que tal tipo de gestão se tem espalhado por todas as pequenas e grandes autarquias deste país, transformando os autarcas em elementos de comissões de festas e animações ditas culturais e gastronómicas entre outras.
É que os autarcas continuam a ser uns simples distribuidores de subsídios, prebendas e outras cosias que tais, retirados da gamela orçamental.
As comissões de festas, à moda antiga, praticamente já não existem. São as Juntas de freguesia e as empresas municipais os mordomos actuais.
quarta-feira, julho 05, 2006
Abortices
É um lamentável espectáculo este que consiste em condenar um médico, uma assistente e três mulheres que abortaram, num país onde dezenas de mulheres fazem diariamente o mesmo. Num país em que a comunicação social publicita livremente as clínicas fronteiriças espanholas de “tratamento voluntário da gravidez”.
Se existe a lei que existe, não é assobiar para o alto que se resolve alguma coisa. Os Juizes têm razão. Isto só pode ter uma solução política. Provavelmente, no próximo referendo sobre a despenalização do aborto, repito despenalização do aborto, muitos dos que em tempos até votaram contra votarão racionalmente a favor.
E questionando uma qualquer ti Ermelinda acerca do aborto, com a neta a estudar na universidade, a resposta foi clara e rápida. Claro que é contra e é um grande pecado, é matar uma criança. Mas a moça ainda é nova, ainda não acabou o curso, e um desmanchozito quem é que não o fez ou não sabem quem o já fez? Acabado o curso, casará e tudo se irá arranjar.
terça-feira, julho 04, 2006
Post roubado (1)

História de Portugal (ultra-condensada)

(recebido por email)
domingo, julho 02, 2006
Sabores de encanto (1)
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