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quinta-feira, setembro 21, 2017

É o tempo do peniqueiro aparecer nas redes sociais




Este é o tempo do peniqueiro aparecer nas redes sociais, só porque o chefe vai a votos, só agora publica as fotos que o chefe manda.as fotos que o chefe manda.


O peniqueiro nunca publica as suas opiniões.
O peniqueiro só tem uma opinião: a do chefe,
O peniqueiro, só lê as opiniões dos outros.
O peniqueiro é uma espécie resistente apesar de amorfa e sem espinha.
O peniqueiro constipa-se só porque o chefe espirra.
Tendo sempre à mão o utensílio que lhe dá o nome, corre desalmadamente para o chefe mal este aproxime, por qualquer motivo, a mão da verguilha.
O peniqueiro é mais perfeccionista, mais pontual e mais alinhado que o chefe.
O peniqueiro faz tudo pelo chefe, e até lhe ofertaria o dito se o chefe o pedisse.
O peniqueiro é elemento de uma praga maior que os chatos, apesar de eu não saber até ao momento o que é isso, mas assim deverá ser.
O peniqueiro é enxotado pelo chefe, mas se houver mudança de chefe, o peniqueiro será o primeiro a pendurar-se no seu saco, um autêntico e exímio “ puxa saco” para desespero do chefe e sobrevivência do peniqueiro.
O peniqueiro vive e come directa ou indirectamente do que lhe colocam na gamela, existindo peniqueiros por todo lado mais do que se possa imaginar. Uma praga!


segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Chafurdices

(Clicar sobre a imagem)
Estou sempre a aprender!
Foi preciso um encrespamento na política sem maiúscula para tomar conhecimento da existência de mais um vocábulo da Língua Portuguesa.
Claro que fiz uma pesquisa no Google e encontrei o significado para calhandrice, mas confesso que não me fio em tudo o que vem à rede.
Como sou do tempo do velho dicionário, vejam o que eu encontrei!
Não encontrando entrada directa ao referido vocábulo, posso deduzir que calhandrice seja uma grande putice, que também não está no meu dicionário, ou então o acto de chafurdar na trampa peniqueira.
Cada um fique com o que bem queira entender, pois trampa peniqueira, peniqueiros e candidatos a peniqueiros não faltam.

terça-feira, abril 14, 2009

O peniqueiro

O peniqueiro é uma espécie resistente apesar de amorfa e sem espinha.
O peniqueiro constipa-se só porque o chefe espirra.
Tendo sempre à mão o utensílio que lhe dá o nome, corre desalmadamente para o chefe mal este aproxime, por qualquer motivo, a mão da verguilha.
O peniqueiro é mais perfeccionista, mais pontual e mais alinhado que o chefe.
O peniqueiro faz tudo pelo chefe, e até lhe ofertaria o dito se o chefe o pedisse.
O peniqueiro é elemento de uma praga maior que os chatos, apesar de eu não saber até ao momento o que é isso, mas assim deverá ser.
O peniqueiro é enxotado pelo chefe, mas se houver mudança de chefe, o peniqueiro será o primeiro a pendurar-se no seu saco, um autêntico e exímio “ puxa saco” para desespero do chefe e sobrevivência do peniqueiro.
O peniqueiro vive e come directa ou indirectamente gamela orçamental, existindo peniqueiros por todo lado mais do que se possa imaginar. Uma praga!

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Continuação de uma outra mensagem

Caro José Vieira, Escreve o meu amigo que ficou de boca aberta. Serve esta mensagem para informar que eu não esperava outra coisa do actual presidente da Câmara, que não é mais que o seguimento de herdadas práticas e actuações do palco caciqueiro virado para o modernex. Aqui, no nosso concelho, o gandarês pessoa humilde e de respeito, toma como respeitável a aparência. O meu amigo sabe como se vive de aparências pela cidade e Câmara de Cantanhede, um faz de conta tal que até parece que é mesmo realidade, onde qualquer badameco armado ao pingarelho, calçado num Audi ou BMW, assume a postura de importante de quem tem o tilintar do dinheiro no bolso e o oiro no pulso.
São dependências de vária ordem que levam à manutenção de circuitos e redes de peniqueiros sempre a postos, desde o fazer andar aquele processo até ao empreguinho, das palmadinhas nas costas à promessa de resolução do tal caso, passando pela tainada de febras assadas e copos de vinho. Depois, caro José Vieira, temos a bênção ao servilismo, o favor do subsídiozinho e, assim a voz do dono é ampliada em notícia por encomenda. Vejamos o caso da tal certificação de que se faz eco o mesmo jornal. Não passa de uma encomenda à vontade de freguês, mais dirigida para satisfação solitária (masturbação) do que virada para a satisfação do munícipe (acto sexual). Não passa de mais um show off. Mas voltando ao assunto Carlos Oliveira. Foi vergonhoso o que Jorge Catarino presidente da Câmara à época de 2005, fez ao nosso maior escritor gandarês vivo, Idalécio Cação, em pleno salão nobre, a quando da entrega do prémio Carlos Oliveira a Arsénio Mota. Sobre isso o próprio Idalécio já escreveu nos jornais e falou na cara do actual presidente e em público. Mas tudo parece um mar de flores por aqui nesta cidade, plantadas a fita métrica e regadas com água dos Olhos da Fervença, enquanto Montemor-o-Velho cresce economicamente e Cantanhede estagna, enquanto Cantanhede despreza os que muito lhe ofereceram e muito mais tinham e têm para ofertar, Montemor-o-velho apoia a edição do último romance de Idalécio Cação. A Câmara de Cantanhede não se dá lá muito bem com a cultura, pelo menos esta pequena cultura, pois ouvi da boca Jorge Catarino que existia uma cultura maior. Ouvi e li em jornais que lhe aumentaram a voz na praça, a quando do negócio da venda da Cobai.