Salazarices! Foi o que me veio à mente quando passei pelo pequeno largo de Cordinhã, agora com este novo arranjo urbanístico. «Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]
Salazarices! Foi o que me veio à mente quando passei pelo pequeno largo de Cordinhã, agora com este novo arranjo urbanístico.
Para parte do meu pomar (citrinos) este ano agrícola foi para esquecer.
Irei estrumar estas decrépitas laranjeiras e aguardar que a mosca não apareça.
Podia fazer de outra maneira, mas tal não me apetece.
Apesar dos animais do Escoural e Barrins de Baixo já saberem escrever como se prova aqui, (clicar), o jornalista do Diário de Coimbra escreve o que o Sr. Presidente da Câmara de Cantanhede nunca lhe teria dito.
No seguimento do “pensar global e agir local”, considero que as iniciativas individuais podem levar a acções colectivas.
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Astúrias, Pátria Querida é o hino oficial das Astúrias.
Trata-se de uma canção popular, que estava enraizada na cultura asturiana e finalmente foi escolhida como hino.
Após investigações sua possível origem é Cuba, quando Ignácio Piñero, músico cubano, fez a canção para seu pai que era asturiano e voltou a seu lugar de origem para morrer.
O hino é tocado em actos solenes do governo asturiano e em apresentações culturais do principado.
Asturies, Patria querida,
Asturies de mios amores
¡Ai! ¡Quién tuviera n'Asturies,
en toes les ocasiones!
Tengo de subir al árbol
tengo de coyer la flor,
y dá-yla a la mio morena
que la ponga nel balcón.
Que la ponga nel balcón,
que la dexe de poner,
tengo de subir al árbol
y la flor tengo coyer.
O Manel nunca entendeu a falta no excesso de consumo, muito menos sentiu fartura no que tinha. Nunca entendeu o porquê da obesidade infantil, nem teve, uma vez sequer, necessidade de comprar num centro comercial, pois a feira da Tocha sempre teve tudo aquilo que necessitava para adquirir. Não sabia ver as horas, não tinha relógio, mas nunca chegou atrasado ao trabalho e a todos os encontros da vida.
O Manel tinha a perfeita certeza da falta de Justiça que exite debaixo deste céu, e daí o alcunharem de “o Justiça”.
O Manel Justiça é a memória do Escoural e dos seus pinhais que ele tão bem conhecia.
Já não há resineiros no Escoural!
A todos os amigos frequentadores desta minha tasca desejo um bom ano cheio de coisas boas.
Um abraço a todos,
Manel
Fazer, desfazer e voltar a fazer quanto custa afinal?
O cartaz aceita o que lá escrevem e não reclama, incluindo um prazo de execução sem data de conclusão.
É o que temos…
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3549e416-94a0-4211-aaa1-ace34768ee4c&edition=47
Furtado do http://cartunesebonecos.blogspot.com/
O BPN não foi nacionalizado, mas sim adquirido pelo valor dos prejuízos.
A partir de agora um silêncio cairá sobre o assunto. Muitos nomes irão desaparecer de cena, desde Dias Loureiro que até andou de Citroen Diane antes de ser banqueiro, a outros que eu nem imagino.
Enquanto isso, sei quem irá pagar esta nacionalização.