segunda-feira, janeiro 19, 2009

Astúrias, Pátria Querida

(Para ampliar clicar nas fotos)

(Para ouvir clicar no play)

Astúrias, Pátria Querida é o hino oficial das Astúrias.

Trata-se de uma canção popular, que estava enraizada na cultura asturiana e finalmente foi escolhida como hino.

Após investigações sua possível origem é Cuba, quando Ignácio Piñero, músico cubano, fez a canção para seu pai que era asturiano e voltou a seu lugar de origem para morrer.

O hino é tocado em actos solenes do governo asturiano e em apresentações culturais do principado.

Asturies, Patria querida,

Asturies de mios amores

¡Ai! ¡Quién tuviera n'Asturies,

en toes les ocasiones!

Tengo de subir al árbol

tengo de coyer la flor,

y dá-yla a la mio morena

que la ponga nel balcón.

Que la ponga nel balcón,

que la dexe de poner,

tengo de subir al árbol

y la flor tengo coyer.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

domingo, janeiro 11, 2009

Flores em Abril

A minha homenagem de fífias ao meu amigo e mestre Octávio Sérgio.

Crise

(recebido por email)

sábado, janeiro 10, 2009

No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada.
Uns por verem rir os outros
E outros sem ser por nada
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada...
No comboio descendente
Vinham todos à janela
Uns calados para os outros
E outros a dar-lhes trela
No comboio descendente
De Cruz Quebrada a Palmela...
No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E outros nem sim nem não
No comboio descendente
De Palmela a Portimão
Fernando Pessoa

Vindima da Quinta do Nabal

(Fotos de Diogo Gomes)
O verdadeiro Nectar dos Deuses!

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Trabalho extra

(Clicar nas fotos para aumentar)
Este tempo de Natal serviu-me para concluir (faltam as cordas) dois instrumentos tradicionais.
Agradeço aos amigos Domingos Machado e Alfredo Machado, a cedência dos planos para ambos os instrumentos, assim como as madeiras para a braguesa feita em tília no tampo harmónico, nogueira nas ilhargas e fundo e braço em choupo.
No caso do cavaquinho, com braço em nogueira e tampo em espruce, é um aproveitamento de madeiras, sobras de outras construções. As ilhargas e o fundo em plátano são de uma árvore que existiu o concelho da Figueira da Foz e abatida quando era presidente da autarquia o Sr. Lopes.

domingo, janeiro 04, 2009

Animais escrevem ao Presidente da Câmara

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede:
Está prestes a ser concluída uma boa e útil obra que é a nova estrada que liga Cantanhede à Estrada Nacional nº. 109.
Esta nova estrada separa algumas habitações dos Barrins de Baixo e Escoural. Assim sendo e como esta estrada vai ter uma vedação a quase todos os animais domésticos e selvagens, o que é muito bom e como não há passadeiras nem passagens pedonais como é comum haver em todas aldeias, vilas e cidades que são atravessadas por estradas de muito trânsito, não estamos a ver como é que um transeunte passa para a outra margem depois de se deparar com uma vedação relativamente alta para as suas pernas. Tem duas opções: salta a vedação duas vezes ou caminha na direcção da rotunda mais próxima, o que não é muito aconselhável porque pensamos que as rotundas são feitas apenas para os automóveis e camiões. Por todas estas razões concluímos, e muito bem, que não somos pessoas, mas sim animais, animais que se julgam fazer parte do grupo dos mamíferos domésticos. Há ainda mais dois ou três grupos destas espécies que se movimentam de carro-de-mão, de bicicleta, de carroça de vaca, etc. mas a estes fica o Senhor presidente incumbido de dizer o grupo a que pertencem. Sorte tiveram os animais que habitam nas margens da Auto-Estrada A17, que lhe deixaram buracos/túneis para que possam, consoante a época do ano alimentarem-se, reproduzirem-se e conviverem. Era o que também queríamos, não ser menos que os outros. Os trilhos que muito usávamos para procurar alimentos, para conviver… foram-nos vedados, é certo que com a falta de alimento e a falta de convivência a espécie fica ameaçada como é comum em qualquer outra. Queremos informá-Lo dos três trilhos mais usados por estes animais e são eles os seguintes: Rua Dr. Manuel Gomes da Cruz (onde nasceu e viveu por muito tempo o primeiro médico da Freguesia da Tocha e por isso tem o seu nome), Rua do Moinho de Vento (moinho que foi propriedade deste Doutor por herança e que há mais de quarenta anos serviu para tapar todos os buracos destas duas ruas), Rua do Forno da Telha (onde existiu uma fábrica de telha de canudo que serviu para abrigar da chuva e do sol inúmeras famílias do Concelho de Cantanhede e outros e sempre desprezada pelos nossos Munícipes!) e a estrada nova em folha que liga Cochadas aos Barrins.
Sabe o que vamos fazer agora Senhor Presidente! Aconselhar todos os habitantes destas aldeias a deslocarem-se sempre de automóvel para que não pertençam a estes grupos de animais, mas também sabemos que vai ser impossível para muitos! Pelas nossas formas possíveis de comunicação tentámos que percebesse os nossos problemas mas o Senhor não percebeu, também não é obrigado a conhecer todas as vozes dos animais! Foi através dos humanos que conseguimos que o nosso palrar, grunhir, latir… fosse traduzido em Língua Portuguesa e talvez assim o Senhor Presidente perceba aquilo que queremos, que é ter apenas os mesmos direitos daqueles animais que habitam nas margens da A17.
Teríamos muito gosto que o Senhor Presidente fosse o primeiro a ler esta carta, o que será praticamente impossível porque vamos enviá-la através de mail ao maior número de pessoas possível e até porque sabemos que há mais animais com as mesmas preocupações e assim não se sentem tão sós. Obrigado por ter lido, desculpe a linguagem usada mas é exactamente aquilo que sentimos ser, tudo menos humanos! Até já há animais selvagens muito mais bem tratados que nós!
(recebido por email)
Nota: Em tempos que já lá vão, eu reclamei sobre o traçado desta via.
Existe um processo no Governo Civil de Coimbra sobre o assunto, onde a única resposta do Presidente da Câmara da época, Sr. Jorge Catarino, é de uma falta de sensatêz que me espantou, para não dizer que às vezes até me envergonhou.
A responsabilidade deste estado de coisas é do actual presidente da Câmara de Cantanhede.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Já não há resineiros no Escoural

O Manel nunca entendeu a falta no excesso de consumo, muito menos sentiu fartura no que tinha. Nunca entendeu o porquê da obesidade infantil, nem teve, uma vez sequer, necessidade de comprar num centro comercial, pois a feira da Tocha sempre teve tudo aquilo que necessitava para adquirir. Não sabia ver as horas, não tinha relógio, mas nunca chegou atrasado ao trabalho e a todos os encontros da vida. O Manel tinha a perfeita certeza da falta de Justiça que exite debaixo deste céu, e daí o alcunharem de “o Justiça”. O Manel Justiça é a memória do Escoural e dos seus pinhais que ele tão bem conhecia. Já não há resineiros no Escoural!

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Bom Ano 2009

A todos os amigos frequentadores desta minha tasca desejo um bom ano cheio de coisas boas.

Um abraço a todos,

Manel

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Quanto custa a não Qualidade?

Fazer, desfazer e voltar a fazer quanto custa afinal? O cartaz aceita o que lá escrevem e não reclama, incluindo um prazo de execução sem data de conclusão. É o que temos…

Irish bouzouki

Aproveitando sobras de outras construções, vou praticando uma nova técnica de construção, em que a montagem do braço na caixa do cordofone é a última operação antes de iniciar o acabamento superficial.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

terça-feira, dezembro 16, 2008

domingo, dezembro 14, 2008

Engenharias

Eis a adenda ao post com o título de engenheiros, de 09 de Dezembro.
Uma coisa é remediar, como a Exma. câmara pretende fazer, outra é corrigir o erro quando a autarquia se classifica a ela própria como excelente segundo os pasquins locais noticiaram, quando deviria ter como objectivo a eliminação da causa da falha.
Eu e outros como eu que pagamos todo este desperdício, temos que gramar com esta prova provada de que somos governados por incompetentes e incapazes.

sábado, dezembro 13, 2008

Escoural

Na Gândara há aldeias perdidas entre pinhais, no fim do mundo, onde a falta de respeito dos autarcas pelos munícipes é moeda corrente, enquanto aguardamos a jubilosa vinda do asfalto eleitoral.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Nabos há alguns e não são muitos

(O Silvério, para que todos o reconheçam, é aquele menino envergonhado que está atrás do orador)
“Nós, Nabos e Companhia, celebramos hoje o nosso VII CAPÍTULO. Festa maior de uma confraria cuja significação radica nas assembleias gerais periódicas de uma congregação religiosa onde, no início dos encontros, se procedia à leitura de um capítulo da REGRA MONÁSTICA, conjunto de preceitos destinado a guiar a conduta das comunidades monásticas de que há rasto nos nossos actuais Regulamentos Internos. Da ancestralidade e do contexto onde ocorria o capítulo, emana, pois, ainda hoje, ao ser actualizado neste ritual festivo, uma certa aura de religiosidade.
Porém, se enquanto confraria é relevante que recuperemos esta solene cerimónia monastical, que legitimidade terá uma Confraria Gastronómica para se reclamar herdeira de tão austeros e frugais cerimoniais?
Parece haver uma certa incompatibilidade entre o substantivo confraria e o adjectivo gastronómica que a caracteriza. O conceito de confraria possui algo de esotérico e conquistou já o inconsciente colectivo com foros de sacralidade: é a fraternidade que comporta a ideia de disponibilidade para o outro e através da qual se há-de ascender ao absoluto, enquanto o termo gastronómica, que particulariza a ideia de irmandade, remete para o corpóreo, para a prosaica tarefa do aparelho gástrico. É o conceito, aparentemente antagónico, da espiritualidade de um D. Quixote a vergar-se ao materialismo de um Sancho Pança.
Esgaravatando, há-de pôr-se a descoberto a raiz grega do adjectivo gastronómica cuja etimologia encaminha para a vileza de ingerir e processar alimento, seja para humanos ou para animais. Fazê-lo era, instintivamente, garantir a sobrevivência mas, progressivamente, desfrutar dos prazeres proporcionados pela comida e era, continuando a herança dos imemoriais tempos pagãos, poder manifestar a alegria de estar vivo; era, num mundo politeísta e dedicado ao culto naturalista, celebrar agradecidamente as Divindades da Fartura; era festejar a Natureza. Foi converter o simbolismo litúrgico do trigo e do vinho dos mistérios Eleusinianos no ritual cristão da Última Ceia. É a coabitação do profano e do sagrado.
Neste contexto, o acto primordial que assegura a continuidade da espécie começou a estar para além das necessidades vitais. A abundância trouxe o desejo da novidade, da experimentação, do exotismo. Cada vez mais elaborada, a comida foi-se requintando e a evolução semântica do étimo gastro ganhou estatuto que, pela sua abrangência, a eleva acima do conceito de culinária: é o culto epicurista da mesa.
Enquanto o refinamento dos alimentos vai ganhando peso definha a noção de desavença entre matéria e espírito e ganha consistência a ideia do ser humano enquanto um todo indissociável, de corpo e alma. Nesta perspectiva, o acto de comer não é um acto desgarrado da envolvente cultural e social. Fazê-lo é preservar o património e os valores imateriais da gastronomia tradicional.
O Gandarês lançou mão da dádiva do mar que lhe ronda a porta e dos escassos produtos de um chão areento. Foi desta união do Atlântico com a areia maninha que a cozinha desta região encontrou a sua expressão mais genuína; daqui lhe arrancou manjares que nos confortam o espírito e o estômago e são esses saberes ancestrais que evocam em nós uma infinidade de vivências e sensações. O culto pelos prazeres da mesa regional motivou-nos a fundar uma associação que homenageia a genuinidade de sabores e saberes daquilo que por cá ainda se saboreia.
Conscientes de que quando um punhado de NABOS se senta à mesa é a Gândara toda que para aí é convocada, reconcilia-se o conceito antinómico dos elementos constituintes de confraria gastronómica pois há algo de abençoado e litúrgico em preservar e divulgar a partilha saudável e festiva dos paladares gandareses. Há oito anos que vimos construindo essa mesa com alma.
Justificada a dignidade de um capítulo gastronómico, e porque neste contexto também cabe celebrar a mitologia das colheitas, a nossa escolha para a cerimónia de insigniação dos novos confrades não recai no convento (que não temos) mas num campo de grelos de nabo, alimento rico de aromas, sabores, vitamina c e ácido fólico que optimiza a nossa gastronomia. Espaço pouco acolhedor mas que, para além de arejar o modelo instituído, permite sentir, testemunhar e apreciar o trabalho artesanal da apanha deste vegetal que também tem projectado o nome deste concelho. “
Dircurso de Silvério Manata, Grão-mestre da Confraria Nabos e Companhia, no VII capítulo da Confraria.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Engenheiros

As obras da responsabilidade da Câmara Municipal de Cantanhede seguem a máxima do “cada tiro cada melro, cada cavadela uma minhoca”.
Do lado esquerdo da estrada na foto, e numa cota superior, encontra-se a lagoa da Bunheira que tem um escoamento natural para norte, lado direito da foto. Ao fundo, junto às árvores altas, é que está localizado o aqueduto de escoamento das águas da lagoa.
Com as obras aqui apresentadas, mais uns dias de chuva e a estrada entre o Escoural e os Barrins ficará inundada e intransitável.
Assim, ofereço um teodolito ao ausente presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, pois estou farto de pagar tanta asneira.

sexta-feira, novembro 28, 2008

Memórias de 2004

(memórias de Setembro de 2004)
Espectáculo de homenagem a Carlos Paredes "Música-Canto a Carlos Paredes" é o título do espectáculo de homenagem a este vulto da música portuguesa, recentemente desaparecido, que vai decorrer no próximo sábado, dia 25 de Setembro, no Teatro Chaby Pinheiro, a partir das 22 horas. Este tributo musical a Carlos Paredes vai ser interpretado pelo Grupo "Saudade Presente", composto por Manuel Ribeiro (guitarra), Vítor Santos (viola), e Vitó (voz). O espectáculo "Música Canto a Carlos Paredes" é uma organização da Associação de Defesa da Nazaré, com a colaboração da Câmara Municipal da Nazaré e da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré.
http://www.tintafresca.net/Home/Home.aspx?edition=47 (clicar para ler a notícia de Sembro de 2004)

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3549e416-94a0-4211-aaa1-ace34768ee4c&edition=47

Esperando pelo frio do Inverno

Já arranjei lenha para me aquecer.

5ª circular

quarta-feira, novembro 26, 2008

Qualquer coisa errada que não está certa

As 3 Fases da Justiça Portuguesa:
1º Muito Show Off e Fogo de Artificio. (Leva a que o português pense que a justiça até funciona).
2º Arrasta-se o inquérito e o julgamento o máximo tempo possível. ("O Zé povinho" começa a fartar-se e diz, sempre a mesma coisa, e nunca mais acaba).
3º Todos ficam ilibados. (Porque ao fim de vários anos já ninguém liga e todos estão fartos de ouvir sempre o mesmo). in http://www.jornaldenegocios.pt/ "O Zé povinho" – expressão mui grata do Prof. Martelo, homem de casta seleccionada.
As Administrações dos bancos são órgãos colegiais.
Será o Sr. Oliveira e Costa o único que mau da fita que beneficiou da gestão ruinosa do BPN?
Será este Sr. aquele a que os brasileiros chamam “boi para piranha”?
Há qualquer coisa errada que não está certa!

terça-feira, novembro 18, 2008

Bruno Costa a interpretar o "Movimento perpétuo" de Carlos Paredes, com Paulo Figueiredo ao piano, Nuno Silva percussão, Edjam sax/flauta, José Carlos Barbosa contrabaixo, Pedro Pinto bateria, Ricardo Dias acordeon, Luís Ferreirinha viola/baixo acústico e Nuno Botelho viola.
(via blog do Octávio. )

Movimento Perpétuo

segunda-feira, novembro 17, 2008

Mas o problema é só a avaliação?

Os professores são parte do processo educativo, e a avaliação (medição) deste para a sua potencial melhoria passa, obrigatoriamente também por eles.
Pelas respostas que vejo nestes da manifestação, fiquei sem ser esclarecido acerca da manifestação dos professores e vejo o beco sem saída a que são conduzidos pelos sindicalistas.
Como cidadão, lamento.
Os muros que estas pessoas colocaram e deixaram colocar à sua volta são, em alguns casos, difíceis de derrubar.
Respostas como estas que vemos nos vídeos são pobres, de quem nem sabe o que não quer, porque não espreita para fora do muro.
Lamento!
Os muros para serem bem derrubados terão que ser partidos pelos dois lados.
Eu, como cliente da Escola, sei que esta me está a fornecer muita quantidade e pouca Qualidade.
Este assunto da Instrução, Ensino ou Educação, não é exclusivo dos que afirmam que este é só para quem sabe.
Este assunto é para o utilizador final do produto que sai da Escola, que devia ser o meio para a igualdade de oportunidades, e esse "Cliente" é cada um de nós, cidadãos.
Só que a Escola, em muitos casos, anda fechada nos seus muros. O sistema em que foi montado o Ensino há 30 anos é aberrante, não serve a sociedade, não serve os alunos e não serve os professores. Encontramos professores com percursos académicos distintos que ganham o mesmo, quer sejam professores de matemática do 12º ano quer sejam professores de trabalhos manuais, que antigamente eram mestres de oficina. Agora todos são dótores e todos iguais. Esta bagunça que se vive só tem servido a quem vive dela, isto é, o sindicalista profissional. O que devia ser um meio para a igualdade de oportunidades, não o tem sido nem o está a ser, antes pelo contrário, suportado no pretenso igualitarismo aceite pelos professores em conquistas sindicais, e ajudado pelos governos que se limitaram a mudar algo para que tudo se mantivesse na mesma.
A avaliação dos professores é apenas uma gota no copo da água.

ESQUERDA.NET | Grande Manifestação 120 Mil Professores | 1

ESQUERDA.NET | Grande Manifestação 120 Mil Professores | 3

sexta-feira, novembro 14, 2008

Parece que tem que ser

O "chantier" já mexe... parece que tem de ser até Maio!!!

sexta-feira, novembro 07, 2008

O que é Coimbra!

O Aroso trouxe consigo a sua nova menina. Tem um braço espectacular, canta muito bem nos graves, nos médios e especialmente nos agudos.
Olhem o Aroso todo vaidoso!
Ele merece.

quarta-feira, novembro 05, 2008

O Mundo não precisa de heróis

Furtado do http://cartunesebonecos.blogspot.com/
Olhando para trás se vê o que muito mudou nestes 8 anos de século XXI. A não compreensão da mudança é, também, devido ao não se assumir livre, pois é preciso sempre um mínimo de loucura (saudável) como remédio e garantia da nossa saúde mental individual e colectiva. Obama vale mais do que ele próprio. Vale mais pelo que representa nesta mudança do que o que ele conseguirá mudar, quando estiver perante a realidade que ele e todos nós herdamos a cada momento. Que Obama se mantenha vivo, pois o mundo não precisa de heróis, mas sim de pessoas que o façam.

segunda-feira, novembro 03, 2008

Nacionalizações

O BPN não foi nacionalizado, mas sim adquirido pelo valor dos prejuízos. A partir de agora um silêncio cairá sobre o assunto. Muitos nomes irão desaparecer de cena, desde Dias Loureiro que até andou de Citroen Diane antes de ser banqueiro, a outros que eu nem imagino. Enquanto isso, sei quem irá pagar esta nacionalização.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Trabalhos em Clips Vídeo

Estes dois vídeo clips são para informação dos frequentadores da minha tasca, acerca dos meus principais hobbies.

terça-feira, outubro 28, 2008

Pela minha rica saúde

No tempo do Sr. Oliveira o vinho dava de comer a um milhão de portugueses. Na actualidade é só fazer as contas ao número de copos de vinho tinto que devo beber por semana. Ainda hoje terei que passar pela Barmácia, sem falta!

quinta-feira, outubro 23, 2008

Atelier

O atelier, onde pratico um dos meus hobbies, está uma bagunça! Quem me ajuda a colocar em prática os 5S?

quarta-feira, outubro 22, 2008

2º encontro internacional de guitarra portuguesa

Carlos Marques Ferreira, Fernando Paulo, Manuel Ribeiro e Paulo Soares na noite de Coimbra do 2º encontro internacional de guitarra portuguesa.
Muita coisa em comum por Coimbra. Da engenharia à Tuna, da guitarra ao copo.

segunda-feira, outubro 13, 2008

Eu é que sou o presidente da junta

Fazer chover no molhado

Ainda há menos de 2 anos o calcetado do arraial da Tocha era o orgulho, a Obra do Sr. presidente da Junta. Agora, talvez devido a algum achado arqueológico, talvez moedas caídas da bolsa da Dona Maria da Silveira, o arraial é um novo estaleiro eleitoral para a colocação de granito, segundo me disseram. Depois do alarido com o calcário na praça do Marquês, não acredito que o Sr. presidente da junta se borre com granito, pois até já me contaram que nem calcário seria colocado, antes sim, voltaria o tradicional chão de terra batida. Os especialistas de fazer chover no molhado lá andam a gastar o dinheiro do munícipe, e tudo à boca calada na dita impressa local. Há dias, uma equipa de TV foi proibida de filmar o arraial, pois aqui quem manda são os senhores presidentes de Junta e de Câmara, que trabalham arduamente para a reeleição.

Punheta com grelo à vista

http://blog-do-manel.blogspot.com/2007/02/minha-aldeia.html

http://www.independentedecantanhede.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=579&Itemid=45

http://www.edi-colibri.pt/Triliv12.html

quinta-feira, outubro 02, 2008

A dona da política

Em tempos que já lá vão, cantava o Zé de Olhão que tinha um grande olho. Até o Casimiro do Godinho que tinha um, bem no meio da testa, para não se deixar enganar. Agora, parece que somos todos uns lapardões, uns tótós! A lavagem do passado que por aí anda em práticas bem elaboradas, tem como objectivo a lavagem da memória com algum sabão para os olhos dos que teimosamente resistem ao engano, mesmo que o destino os tenha feito naturais da vila de Olhão, ou a Mãe-natureza lhes tenha colocado um olho no meio da testa. Quando os que fizeram parte do problema se apresentam agora como parte da solução praticando a lavagem do tempo de memória, trazem-me as lembranças dos tempos em que as donas da casa lavavam a roupa suja, à mão, nos ribeiros da Gândara. Nesses tempos, ainda se podia ver cuecas e combinações a corar pelas motas das valas. Agora, nem de vergonha se vê alguém a corar, combinações já não se usam e cuecas nem vê-las.

quinta-feira, setembro 25, 2008

A máquina de lavar

A máquina de lavar roupa à mão continua a funcionar, como a provar que o cego é aquele que não quer ver. Isto é visível nas palavras usadas, tais como trabalhadores e traição, vincadas nas teses apresentadas à discussão, que só tem a função de polir e doutrinar a unanimidade no preparar da peregrinação, que culminará em acto de liturgia previamente conhecida e aceite. Nada de novo a bombordo. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1343890&idCanal=23

quarta-feira, setembro 24, 2008

terça-feira, setembro 23, 2008

Equinócios gandareses

Ontem foi o equinócio de Setembro, uma das ocasiões do ano em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Neste momento limiar em que a noite começa a ganhar ao dia até ao solstício de Dezembro, vem-me à mente o dito limiar da pobreza, que não se resume a um valor de trezentos e tantos euros, pois o conceito de pobreza tem vindo a alargar-se, centrando-se na insuficiência de recursos também de natureza social, cultural, política e ambiental. As práticas utilizadas na redução do índice de pobreza em Portugal não têm tido a eficácia que inicialmente se propunham. Há grupos sociais onde uma parte dos seus membros nunca chega a mexer uma palha, encontrando excelentes oportunidades nos apoios sociais para viverem com rendimentos que até superam os que contribuem para o bolo a distribuir. Quando a pobreza está ligada à falta de vontade de trabalhar, aí encontramos o injusto, onde o cultural se apresenta como sendo principal défice.

quinta-feira, setembro 18, 2008

O multador

Podiam ter-me avisado que estava aberta a época da caça à multa!

quarta-feira, setembro 17, 2008

Gândara

(Zebras: a agricultura que foi atrás do dono)
«Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]

Eu Sei Que Vou Te Amar

terça-feira, setembro 16, 2008

quarta-feira, setembro 10, 2008

SLB

Depois do Ricardo dos frangos assados, o Quim dos frangos guizados.
Não culpem a baixa estatura do rapaz, pois ele tem uma estatura idêntica à minha e eu fico chateado (por dentro) quando quando me chamam baixote.
Dedico este post ao meu amigo benfiquista.
Um abraço Amigo Heleno!

Vamos acelerar a partícula

Se queremos conhecer melhor a origem, a evolução e o destino do universo, temos de penetrar no mundo das partículas subatómicas.

quarta-feira, setembro 03, 2008

Virá aí mais do mesmo?

O concelho de Cantanhede não pode ser visto pensado ou gerido como uma aldeia, nem a sua Câmara pode ser um centro de influências para empregos, tachos e favores para alguns, muito menos a sua gestão focada no perpetuar e mantimento de clientelas. Tem, ultimamente, faltado a Cantanhede autarcas de dimensão universalista e de ambição, que não seja só a sua própria e enorme ambição particular, pois esta apesar de chegar e sobrar bastante para alguns dos famosos protagonistas, não chega para o que se espera de um concelho bem servido de vias de comunicação, cujo enfoque deveria ser o munícipe, onde os autarcas se dizem apostar no lançamento do concelho para o exterior com festas e encontros desportivos e muito marketing promocional pago em troca de favores de ordem vária e particular dos envolvidos. Por aquilo a que tenho assistido, a continuidade é o rumo afirmado e notado. Ora assim pouco irá mudar, dada a falta da capacidade de ir mais além, ou então a estratégia de uma visão de gestão de aldeia em tempos de festas estivais a servir os objectivos. Será assim tão importante andar de bicicleta, plantar umas árvores aqui ou acolá, distribuir subsí­dios para às associações recreativas e desportivas, ter um sistema de gestão ambiental e não só que se auto avalia e se apresenta sempre no auge, ter parques desportivos até com golfe, e ao mesmo tempo transformar os presidentes de junta de freguesia em presidente de comissão de festas, com se esse fosse o seu papel, e como se as festas sejam só por si a cultura, gerir as obras no espaço (visibilidade do lado do automobilistas passante) e no tempo (calendário eleitoral), com o esperado aumento dos custos e da não qualidade, e isto tudo em nome de uma continuidade, como se a reeleição fosse efectivamente o que se espera dos presidentes das juntas de freguesia? De um presidente da autarquia exigem-se ideias, projectos, capacidade de decisão para transformar o falso desenvolvimento sem suporte e sem sustentabilidade económica, social e cultural, em projectos de futuro. Cantanhede tem que ser mais competitiva, tem que proporcionar aos seus munícipes para que possam trabalhar no concelho, e não por aí a esmo do que as vias de comunicação proporcionam, no estrangeiro, ou dos subsídios e empregos sem qualificação ou em obsolescência. Para que nos servem todas estas vias de comunicação se elas só nos atravessam os nossos pinhais, terras de cultivo e aldeias, ao mesmo tempo que não nos proporcionam oportunidades de procura de novas janelas económicas e de negócios? É que estamos a perder qualidade de vida ao mesmo tempo que se não tem competitividade quando se envelhece ao mesmo ritmo que se empobrece. Mas será este tipo de propostas alternativas que iremos encontrar nos outdoors daqui a um ano? Daqui a um ano, a foto do outdoor apresentará o candidato ainda mais jovem, ainda mais cheio de energia, isto tudo graças aos computadores, a afirmar que ainda quer fazer mais, porque o munícipe merece mais. Virá aí mais do mesmo?

segunda-feira, setembro 01, 2008