«Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]
segunda-feira, março 30, 2009
Leituras
quarta-feira, março 25, 2009
O Umleitung do Escoural e Arredores
sexta-feira, março 20, 2009
quinta-feira, março 19, 2009
quarta-feira, março 18, 2009
Usa e deita fora
terça-feira, março 17, 2009
segunda-feira, março 16, 2009
sábado, março 14, 2009
Chicle
sexta-feira, março 13, 2009
O Blog do Manel inicia o 4º ano
quinta-feira, março 12, 2009
terça-feira, março 10, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
A Acta nº31/2004 e túnel da Linha do Sol
5 - CONSTRUÇÃO DA E.R.335-1: VIA REGIONAL CANTANHEDE/IC1 (TOCHA) / ABERTURA DE CONCURSO PÚBLICO:- O Senhor Presidente apresentou à Câmara uma informação prestada em 10/09/04 pela Directora do Departamento de Obras Municipais, do seguinte teor: "Junto se anexa o Programa de Concurso e Caderno de Encargos para aprovação com vista ao lançamento do respectivo Concurso Público, para a Construção da ER.335-1: Via Regional Cantanhede/IC1 (Tocha). O respectivo projecto já anteriormente tinha sido aprovado na reunião de Câmara de 16/03/99. Trata-se de uma obra que permitirá ligar Cantanhede ao IC1 (Tocha), ligando a EM 584 (Taboeira/Cadima), ao EN.109/IC1 (a Norte da Tocha), totalizando uma extensão de 9.150 metros. As características geométricas previstas para esta Via Regional foram definidas de acordo com as Normas de Projecto da JAE, para a velocidade base de 60 km/h e perfil transversal de 1.00+7.00+1.00m. As bermas serão também pavimentadas. As características do traçado em planta e perfil, drenagem, dimensionamento do pavimento adoptado, obras acessórias e sinalização, constam do respectivo projecto. Este contém um estudo de tráfego e uma caracterização geológica de superfície da área atravessada. Todas as intersecções são de nível, incluindo a prevista com a EN 109. Prevê-se também um tratamento paisagístico dos taludes em escavação e aterro e ainda dos ilhéus das intersecções. Inicialmente estava prevista esta via ter início junto à Zona Industrial, mas com a execução da variante Poente de Cantanhede e posteriormente com a requalificação da EM 583 até Cadima, abandonou-se este troço inicial. Assim, a obra tem início ao Km 3+900 da fase inicialmente projectada, junto da EM 584, depois da povoação de Cadima. O final situa-se ao Km 13+050, na EN 109/IC1 (Tocha). O traçado é bastante condicionado pelas manchas de RAN e REN constantes do PDM de Cantanhede, tendo-se procurado interferir o mínimo com estas zonas. O traçado possui orientação aproximada Este/Oeste. O traçado segue assim o terreno natural, com escavações e aterros de pequena expressão. As intersecções previstas localizam-se aos seguintes Kms: Km 3+985, com a EM 584, dando acesso a Cadima, Taboeira e Olhos da Fervença (Praia Fluvial); Km 4+779, com o CM 1029, dando acesso a Aljuriça e Taboeira; Km 5+760, dando acesso a Cadima; Km 7+380, com o CM 1022, dando acesso a Corgo Encheiro e Gesteira; Km 7+825, dando ligação a Sanguinheira, com geometria de entroncamento; Km 13+010, com a EN 109, a Norte da Tocha, dando ligação a esta Vila e a Figueira da Foz, para Sul e a Mira e Aveiro para Norte. A 1ª. e última intersecção foram previstas do tipo giratório, rotunda. Esta solução visou fundamentalmente a quebra de velocidade. As restantes intersecções, não referenciadas na descrição anterior são serventias tipo, foram previstas sem qualquer separador na via principal, pois o tráfego nelas existente não o justifica; mesmo assim foi considerada a possibilidade de inversão de marcha através da colocação de rotundas nas vias secundárias. A via em apreço constitui actualmente a obra rodoviária concelhia mais importante. Situando-se entre a A14 e o IC1, aos quais terá ligação através da EN 234 e EN 234-1, terá uma importância capital no sistema rodoviário regional, como se pode comprovar pelo mapa do PRN 2000 do Distrito de Coimbra. Aliás a circunstância da inclusão desta via no PRN 2000 espelha bem a sua importância, como elemento estruturante da rede viária na região. Esta importante infra-estrutura rodoviária articula-se com outras do mesmo tipo que têm vindo a ser executadas pela Câmara Municipal e Administração Central. De facto, esta via terá o seu início na Circular Miguel Torga, que foi executada pela Câmara Municipal com a comparticipação da JAE e de fundos comunitários, pois constitui uma variante à EN 335 articula-se também com as obras de beneficiação da EN 234-1 recentemente executadas pela JAE, que incluíram a construção da Variante da Pocariça, a qual constitui o primeiro troço da beneficiação prevista pela JAE para a EN 335 entre Cantanhede e Aveiro. Por sua vez, a beneficiação da EN 234-1 englobou a variante Nascente de Cantanhede, executada pela Câmara Municipal e transferida para a JAE. O projecto de execução da obra em apreço foi executado pela firma Planvia, Ldª. após realização do competente concurso público. O projecto situa-se em área abrangida pelo Plano Director Municipal, ratificado pela RCM nº. 118/94, de 29 de Novembro, com as alterações aprovadas pela RCM nº. 56/97, publicada em 1 de Abril, estando identificado seu o traçado na respectiva carta de ordenamento. O preço base dos trabalhos ascende a 4.201.019,00 € + IVA e propõe-se um prazo de execução de 720 dias.” A Câmara, por unanimidade e tendo por base a informação prestada pela Directora do Departamento de Obras Municipais, deliberou mandar proceder à abertura do competente concurso público, para a execução da empreitada de «Construção da ER.335-1: Via Regional Cantanhede/IC1 (Tocha)», pelo que aprovou o respectivo Mapa de Medições, Programa de Concurso e Caderno de Encargos. A acta foi aprovada em minuta, quanto a esta parte, para efeitos imediatos. Notas: Decreto-Lei Nº69/2000 de 3 de Maio, a reclamação e a abordagem metodológica para projectos sustentáveis para o equilíbrio ambiental/social do território.
A rua onde moro
quinta-feira, março 05, 2009
Chove no Escoural
O que é ser engenheiro?
O milagre do cabide de S. António
terça-feira, fevereiro 24, 2009
Ferroadas
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
O pó do tapete
Roubei este à Lucy Pepper como prova que se vê melhor do cimo da ponte e ainda melhor do lado de fora.
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Pirosice autárquica
Salazarices! Foi o que me veio à mente quando passei pelo pequeno largo de Cordinhã, agora com este novo arranjo urbanístico. sexta-feira, fevereiro 13, 2009
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Honestidade, precisa-se
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
A minha crise agrícola
Para parte do meu pomar (citrinos) este ano agrícola foi para esquecer.
Irei estrumar estas decrépitas laranjeiras e aguardar que a mosca não apareça.
Podia fazer de outra maneira, mas tal não me apetece. Enterramento de canos
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Post de desabafo sem sentido
quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
Vozes de burro não chegam ao céu
Apesar dos animais do Escoural e Barrins de Baixo já saberem escrever como se prova aqui, (clicar), o jornalista do Diário de Coimbra escreve o que o Sr. Presidente da Câmara de Cantanhede nunca lhe teria dito. segunda-feira, janeiro 26, 2009
Desatar nós
No seguimento do “pensar global e agir local”, considero que as iniciativas individuais podem levar a acções colectivas.segunda-feira, janeiro 19, 2009
Astúrias, Pátria Querida
(Para ampliar clicar nas fotos)
(Para ouvir clicar no play)
Astúrias, Pátria Querida é o hino oficial das Astúrias.
Trata-se de uma canção popular, que estava enraizada na cultura asturiana e finalmente foi escolhida como hino.
Após investigações sua possível origem é Cuba, quando Ignácio Piñero, músico cubano, fez a canção para seu pai que era asturiano e voltou a seu lugar de origem para morrer.
O hino é tocado em actos solenes do governo asturiano e em apresentações culturais do principado.
Asturies, Patria querida,
Asturies de mios amores
¡Ai! ¡Quién tuviera n'Asturies,
en toes les ocasiones!
Tengo de subir al árbol
tengo de coyer la flor,
y dá-yla a la mio morena
que la ponga nel balcón.
Que la ponga nel balcón,
que la dexe de poner,
tengo de subir al árbol
y la flor tengo coyer.






















