«Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]
sexta-feira, agosto 29, 2008
Vamos todos jogar golfe
quinta-feira, agosto 28, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Memória das Férias
Memórias do que foi um bom lance de carapau efectuado pela companha de Arte Xávega do Lídio da Praia da Tocha.
Naquela vez o lance também era um pouco meu, pois tinha ido ao mar no pequeno Infante D. Henrique.
A foto tirada pelo Dr. (Amigo) Arlindo Cunha, antes da vulgarização das actuais máquinas digitais, data dos idos 1999 ou 2000.
Olhem pra mim, todo vaidoso, armado em grande pescador!
terça-feira, agosto 26, 2008
segunda-feira, agosto 25, 2008
quarta-feira, agosto 20, 2008
A Tocha é vila
A permanente festa que a Câmara de Cantanhede escolheu como veículo para se projectar para o exterior, que tem passado pela festa Expofacic até ao último jogo/treino de futebol sub 21 entre as selecções de Portugal e República Checa, passando pelos Dixland, é a imagem da gaja que tem o pacto com o Diabo.
Além da tradicional e diabólica contratual cópula e do ritual do beijo no fedorento cu do Unha Rachada para que possa ser digna do verso de Alexandre O’Neill, “ tão linda e tão puta”, é requerido um conhecimento e uma logística de qualquer comissão de festas, que terá que superar as dos idos “Tocha vila Praia nossa” dos porcos dependurados nos plátanos do arraial, ou os até mais sofisticados idos “hoje vila amanhã concelho”.
Ali para os lados da Praça do Marquês de Marialva tais práticas tem tido o sucesso que tem faltado no Largo do Finfas. Talvez pelo facto do Finfas, o aldeão da Caniceira, não ser marquês.
A V Festa da Batata Assada na Areia não se realizou, como a justificar que a Tocha é vila e a Praia não é nossa.
Para a História fica o cartaz e o silêncio daqueles que são pagos para projectar o concelho para o exterior. A etiqueta e o luxo
O tipo desce na estação de metro de NY vestindo jeans, t-shirt e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora rush matinal. Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos transeuntes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a "bagatela" de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar rápido, copo de café na mão, telemóvel ao ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. Conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de glamour. Somente uma mulher reconheceu a música...
terça-feira, agosto 12, 2008
quinta-feira, agosto 07, 2008
Silêncio
segunda-feira, agosto 04, 2008
sexta-feira, agosto 01, 2008
A amena cavacada
Depois da banalização das mensagens de Natal e Ano Novo, só faltou ao Sr. Presidente nesta última URBI ET ORBI televisiva desejar um santo Carnaval, uma Páscoa cheia de prosperidade, um Natal de jejum e um Ano novo com muita aleluia e ressurreição.
Sei que o venezuelano Chavez tem por terras de Simão Bolívar um programa televisivo só dele, onde ele tudo sabe, enquanto o petróleo não descer 20 dólares.
Do Sr. Presidente Silva só me espantaria um do anúncio de um qualquer terceiro segredo guardado por jovens recém recenseados e interessados para a política, o desejo milagrado do Presidente, mas só poderiam ser videntes de alguma N. S. da Política, aparecida sobre alguma laranjeira das que existem nos arredores de um qualquer festival de Verão organizado pelo genro presidencial.
“Não fazemos nada porque não temos dinheiro, mas é precisamente porque não fazemos nada que não temos dinheiro”, foi o que o professor de economia deve ter citado pelo menos em uma das suas aulas, no tempo em que deu aulas.
Mas com os dinheirinhos que vai recebendo o Sr. Presidente, não precisará fazer muito, tal como outros. Só faz quem não tem dinheiro, pois quem tem dinheiro compra já feito.quarta-feira, julho 30, 2008
terça-feira, julho 29, 2008
segunda-feira, julho 28, 2008
sexta-feira, julho 25, 2008
A voz do burro
terça-feira, julho 22, 2008
VW carocha
Comida ao almoço
sexta-feira, julho 18, 2008
quarta-feira, julho 16, 2008
segunda-feira, julho 14, 2008
Post repedido para o regadio
quarta-feira, julho 09, 2008
domingo, julho 06, 2008
quarta-feira, julho 02, 2008
terça-feira, julho 01, 2008
A desertificação da Gândara
Não estou a afirmar que a Gândara deixou de ser verde!
O que quero dizer é que está a ficar deserta em termos agrícolas, ao abandono, sem população activa e em exclusão rural.
A Gândara, a velha Gândara agrícola que se afirmou como tal, definha e morre. Foi excluída, tal como a maioria do país rural, da Política Agrícola Comum desenhada para a agricultura de alguns países. Entre estes, temos a França como exemplo.
Foi o então primeiro-ministro Cavaco Silva, o primeiro-ministro que mais votos teve do mundo rural, o que mais esqueceu a Agricultura abandonada por Bruxelas, levando à transformação dos agricultores em serventes das obras que agora entulham as cidades.
Depois vieram outros que se limitaram a gerir ajudas e subsídios comunitários, faltando uma política que seja activa na promoção da sustentabilidade agrícola e ambiental.
Depois do deserto cheio de eucaliptos do Sr. Cavaco Silva, os primeiros ministro que lhe seguiram até parecem julgar que a dita árvore australiana de origem passou a ser autóctone, enquanto o tecido social agrícola da Gândara está degradado, onde o mato e as silvas tomam conta das terras.
Economicismo católico
Ontem, ouvi na TSF que a Junta de Freguesia da Glória (Aveiro onde já morei) está a praticar a caridade, pagando a algumas famílias determinadas despesas.
Como a pobreza endémica tem razões culturais, não é com mais investimento na sopa dos pobres ou caridadezinha que será combatida com algum sucesso.
Os problemas velhos costumam ser ultrapassados com recursos a soluções inovadoras. Estas terão que ser de longo prazo, onde o tipo de economicista católico só aparece para se justificar, e lutar pela sua própria sobrevivência.
segunda-feira, junho 30, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
segunda-feira, junho 23, 2008
quinta-feira, junho 19, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
Para o Das Neves
"Fugi da companhia das mulheres, pois assim, como a traça roe o vestido, assim também a mulher é causa, e ocasião de pecado ao homem."
Dedico esta mensagem ao Prof. Dr. Das Neves
segunda-feira, junho 16, 2008
Decrescimento
Um Tratado mal tratado
Adenda de 18-06-2008: (Foto roubada ao http://jumento.blogspot.com/)
Quando num referendo se discutiu o aborto, como se o país em causa (Irlanda) tivesse que aprovar obrigatoriamente a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, é prova que a manipulação funciona tão bem lá como cá.
Para os que se regozijaram com o não irlandês, eis os próximos referendos a marcar para Portugal:
- Nacionalização da Galp.
- Baixar a idade de reforma para os 50 anos.
- Voltar ao escudo.
- Sair da União Europeia.
- Devolver os dinheiros comunitários já recebidos. domingo, junho 15, 2008
Quase nada
quarta-feira, junho 11, 2008
A emenda e o soneto
Quando este boicote rodoviário passar à história, umas empresas de transporte irão falir, enquanto as outras que estão em reestruturação lá conseguirão sobreviver.
Com o aumento do preço dos combustíveis iremos reduzir as emissões de CO2, não pela consciencialização ecológica como veículo de mudança nos hábitos e práticas actuais, mas sim empurrados pela economia.
Neste momento o boicote das empresas transportadoras, é a luta dos empresários do ramo pela nacionalização das próprias empresas.





































