Lendo os outros mais atentos, lembramos que este parte, aquele parte e todos, todos se vão, ….
Ouvir Adriano é a melhor homenagem.
Eu canto para ti um mês de giestas«Sabes o que me lembra este céu? Mais ou menos: a guerra dos astros. Tal e qual. A guerra dos mundos. Um sol maléfico, que tenta destruir a maquete, e sete planetas menores que tentam defendê-la.» [Finisterra, Carlos de Oliveira]
segunda-feira, outubro 16, 2006
Lembrar Adriano
Lendo os outros mais atentos, lembramos que este parte, aquele parte e todos, todos se vão, ….
Ouvir Adriano é a melhor homenagem.
Eu canto para ti um mês de giestasA crise é a oportunidade
quarta-feira, outubro 11, 2006
O Turismo e a Praia da Tocha
Sabe-se que o Turismo representa 10% do PIB. Isto indica a sua importância e também é aí que estão novas oportunidades de negócio, onde se englobam também as mais tradicionais e ancestrais actividades económicas e produtivas.
Mas que turismo?
A pergunta que se coloca é sobre o que se quer como turismo para a Praia da Tocha, isto é, se mais turistas ou mais receitas, sabendo nós que mais turistas dão mais receitas no imediato, mas a questão coloca-se se mais do mesmo é caminho a seguir, trazendo a banalização com a degradação associada e respectiva decadência, ou se quer um turismo mais abrangente de cadeia de valor mais longa, isto é, alargando-o às actividades locais quer comerciais quer produtivas, apostando num segmento de mercado turístico de maior capacidade de compra e de padrões de qualidade mais altos.
A oferta de sol e praia, só por si, traz consigo mais automobilistas e a banalização que se já nota de ano para ano na Praia da Tocha. O negócio paralelo do arrendar casa nos meses de Verão está a definhar dadas as melhorias das acessibilidades e da mobilidade.
Então o que fazer, se esgotado está o produto sol e praia, e se os produtos estratégicos que podemos ofertar para aumentar as receitas e qualidade terão que ter como componentes a gastronomia, saúde e bem-estar?
O que deveria ser prioridade da autarquia que infelizmente, continua sem rumo, pois a autarquia não tem qualquer plano de desenvolvimento sustentado?
O que neste momento se entende como projecto de desenvolvimento turístico centrado na Praia da Tocha deverá ter integrado as actividades económicas da Gândara, assim como novas oportunidade de actividade e negócio. Mas se só pensar a Gândara cansa, então fazer…
A levadia da Praia da Tocha
A levadia, conforme o nome indica, serviu de levada para o mar do excesso de água das chuvas, tendo sido construída artificialmente a quando da sementeira das dunas da Tocha, que deram origem à actual Mata da Tocha.
Da minha memória, a levadia rompia para o mar só em invernias muito chuvosas, e era um espectáculo observar tal, associado ao subir das pequenas enguias em busca das lagoas da Tocha. Mas tal nunca acontecia no Verão.
No Verão de 1995 tal ainda não acontecia, mas já no Verão de 2003 já é bem visível apesar da escassez de chuva que temos conhecido.
segunda-feira, outubro 09, 2006
Capital Europeia da Cultura
Coimbra foi ultrapassada pela escolha de Guimarães, numa corrida em que também participou Braga.
Três anos depois, a frustração que ficou na realização de Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003.
Coimbra, cidade a que tenho uma forte ligação, vai definhando cultural e economicamente, sob o olhar paternalista da torre da Universidade e da banalização de outras torres de centros comerciais, enquanto umas auto-estradas lhe passam ao lado a mais de 120 km/hora.
Pensar o que se quer para o colectivo futuro é uma urgência e uma mais valia, pois numa região, tal qual numa cidade, os centros vão mudando de local e novas centralidades está aí, isto é, o aparecimento de novas oportunidades.
E sendo um pouco mauzinho, pergunto se na escolha da capital Europeia da Cultura alguém sabe se Coimbra ficou à frente, ou atrás de Braga?
sexta-feira, outubro 06, 2006
Engenheiros (3)
segunda-feira, outubro 02, 2006
Robalo assado no forno
1. No mar da Tocha, pesca-se um robalo de cinco quilos (no mínimo).
2. Se um robalo não chegar para matar tanta fome, pescar um outro robalo de idêntico tamanho.
3. Aquecer o forno com lenha selecionada na mata da Tocha.
4. O forno deve estar bem integrado na paisagem.
5. para comer deste robalo, ir aos treinos e apresentar-se devidamente equipado.
6. A preparação do peixe deve ser efectuada por mestre culinária de reconhecida e elevada categoria internacional.
9. Com o respectivo acompanhamento à guitarra e à viola.
Aviso: Este procedimento foi usado no último Sábado e só é válido na Praia da Tocha.
sexta-feira, setembro 29, 2006
O lavrador da arada
quinta-feira, setembro 28, 2006
Fenómeno do Entrocamento
quarta-feira, setembro 27, 2006
terça-feira, setembro 26, 2006
Jornalices
Houve tempos em que eu, todos os Sábados comprava o semanário Expresso, ou melhor, tinha-o reservado na papelaria da D. Dulcínia, na Tocha. Eram uns tempos de bons e fiáveis conteúdos jornalísticos que serviam de alimento ás conversas. Era o tempo da urbanidade a sobrepor-se à ruralidade.
Acontece que a coisa se desvaneceu com as excessivas campanhas de marketing, o excesso de cadernos e mais cadernos, passando o Expresso a Espesso, acabando eu com a reserva do semanário.
Hoje é o que se vê: a programação informativa piorou, em especial nos canais televisivos, e pior, ainda piorou a fiabilidade da informação. O que interessa é dar a notícia rápido, pois o que conta é a velocidade sem olhar á fiabilidade. E depois são os DVDs, os livros para colecção, a menina bonita no suplemento, …., aquela treta toda que se leva para casa por mais uns euros. O jornalismo de suporte papel, semanários e diários nacionais e generalistas, os ditos desportivos (tantas notícias sobre não futebol), andam numa fase de não fiabilidade e então, os jornais locais e regionais andam pelas ruas da amargura em termos de credibilidade, em que não há praticamente nenhuma notícia que seja minimamente correcta, e sem de deixar de servir a quem paga por elas, dadas as suas dependências de poderes vários e obscuros.
O que eu quero de um jornal escrito, e eu posso estar enganado, é uma informação mais especializada, fidedigna sobre um determinado assunto do meu interesse.
É claro que a Liberdade anda por aí, algures, num espaço libertário global, e dado que a tinta do papel de jornal não é aconselhável em termos higiénicos e sanitários, aconselho que o enviem, sempre, para reciclagem.
segunda-feira, setembro 25, 2006
Trânsitos
Os trânsitos de Vénus de 2004 e da ISS-Estação Espacial Internacional e do vaivém Atlantis em frente ao Sol.
Outono no Contrabaixo
Jeff Davis no vibrafone, com uma técnica apuradíssima e a percorrer os novos e belos caminhos do Jazz.
O Outono tem destas coisas! Leva-nos para um espaço mais íntimo em pleno coração da Gândara.
quinta-feira, setembro 21, 2006
terça-feira, setembro 19, 2006
O problema é a solução
A Escola não tem sido mais do que depósito de crianças, adolescentes e jovens, onde os pais se despiram das suas responsabilidades de educadores.
Assim, a mudança urgente deste estado de coisas peca por tardia, e tardia tem sido mais por receio do odor em mexer na coisa do que o desconhecimento dessa urgente necessidade.
Ora, este assunto está muito para além dos que se apelidam a si mesmo de agentes do ensino, que há muito não têm feito mais do que culpar aquilo a que chamam sistema, e que na prática são engrenagem deste. Mas quando toca a mudar qualquer coisa, vem o coro dos instalados, que tudo deve mudar mas com a condição da charneira ter como lugar geométrico o seu próprio umbigo, quando ouço coisas tais como, " se a ministra quer assim, estou-me nas tintas". 















